segunda-feira, 30 de março de 2009

Não sei de escrever,
Das palavras poemas.
Só sei sentidos
E até oque eu sinto
Às vezes não sei,
Mas sei da tua boca,
Imã pra mim
Do tocar, do sentir latejar
Meu corpo todo.
Quando penso em ti
Quando penso no que está por vir,
Ou até no que nunca virá!!
Agora tão só
Ou só as vezes: assim...
E fraquejo e me perco
Na angustia , na dor de cada um.
Àti quero , nem sei de que jeito será.
Do teu jeito , do meu...
A nossa maneira.
Tão pouco te sei
Que as vezes penso que é só pensamento.
Quando surges , e sempre parece primeira visão!
Me impressiona , paralisa,
Me tira a atenção do resto do mundo!
Da vida , das coisas que tenho nas mãos.
Penso e acho q nunca não;
Acho que nada sim...
Estas frases que eu sei q entendes tão bem quanto eu!
Quando escrevo assim, um pouco é pra mim,
Pra me ajudar a desembaraçar a teia que me envolve
E me escurece toda a cabeça e a luz que vejo
É quando lembro teus olhos!
E tento , e tento e não há desvio
Do que já esta dentro,
Mirando meus olhos
Roçando meu corpo,
Molhando minha língua.
Desejo sincero
Da tua ausência presente que não se explica.
Mas que comigo já mora
Se moldando `a mim.!.!

Nenhum comentário:

Postar um comentário